segunda-feira, 25 de abril de 2011

Antes e após a Revolução de 25 de Abril de 1974, nunca deixei de me bater pelos meus ideais para bem de uma sociedade mais justa.

“(…) A música animava-me nos bailaricos e em outros locais e a politica entrava dentro de mim, a cada dia com mais força, com o desejo de mudança de um regime opressor. A Guerra, em África, onde dois meus irmãos estiveram, separadamente, a cumprir serviço militar, suscitou-me uma revolta muito grande porque andava sempre com a incerteza se os poderia voltar a ver com vida. Assim, participei na distribuição de propaganda política, apelando à eleição dos líderes oposicionistas concorrentes às eleições à Assembleia Nacional no ano de 1969, pelo círculo de Coimbra. Foi em Junho/Julho de 1969 que, com uma adesão maioritária, os estudantes de Coimbra, apoiados por parte significativa da população da cidade, se manifestaram e denunciaram o carácter ditatorial do regime. A partir desta manifestação, tudo correu mais célere para a destituição do regime político em Portugal.

A revolução de 25 de Abril de 1974, planeada pelos capitães, que tinha como base reivindicações militares, teve como aliados o povo e as forças militares. Depois de algumas horas de sofrimento e de incerteza, emergiram com cravos vermelhos a ditar o fim da ditadura fascista e a gritar VIVA A LIBERDADE! Vivi esse dia de forma apaixonada e jamais deixarei de o recordar. Passados 37 anos, o que eu não esperava era ver um país assim, com uma classe política no passado recente e, actualmente, a delapidar aquilo que, de bandeja, lhe entregaram e a fazer sofrer e empobrecer o povo, principalmente os mais vulneráveis.

Dei conta que, dias após a revolução do 25 Abril, os camaradas com quem eu reunia, para abordamos a situação política, pertenciam ao M.R.P.P. (Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses / Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado). Gostei desta experiência política e guardo recordações.

Actualmente, abstenho-me de discutir políticas, porque não acredito nos políticos, embora me lembre muita vez de alguns homens que mudaram um regime ditador, através da Revolução de 25 de Abril e que foram postos na prateleira, por uns, e desvalorizados, por outros. Sem filiação partidária, antes e após a Revolução de 25 de Abril, nunca deixei de me bater pelos meus ideais para bem de uma sociedade mais justa. ”

Imagem retirada de http://www.postaisde.pt/gratis.asp?search=true&tag=simbolo-de-portugal


Carlos Simões de Oliveira
Candidato em processo de RVC de nível secundário

quinta-feira, 21 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Relatório de progressos na Educação e Formação da União Europeia 2010/2011



Ontem foi apresentado pela Comissão Europeia o relatório sobre o progresso da educação que mostra que os países da União Europeia melhoraram os sistemas de educação, foi significativo, mas insuficiente, pois apenas se atingiu uma das 5 metas estabelecidas para 2010.Verificou-se um aumento no número de licenciados em matemática, ciência e tecnologia. A redução do abandono escolar foi significativa, contudo foi insuficiente e verificou-se que o número de alunos que concluíram o ensino secundário aumentou também. Os níveis de literacia cresceram e o aumento da quota dos adultos que participam na educação ou formação ao longo da vida também. Temos que reconhecer o investimento na melhoria das competências básicas dos alunos em língua portuguesa, ciências e matemática, a Iniciativa Novas Oportunidades, a diversificação das vias profissionais, a implementação do Plano Nacional de Leitura e do Plano Tecnológico da Educação.
Na formação de adultos ao longo da vida, Portugal passou de 4,1%, em 2005, para 6,5%, em 2009. Entre a população activa devemos alcançar, pelo menos, 12,5% em 2010 e 15% em 2020. Os melhores resultados foram alcançados pela Dinamarca, Suécia e Finlândia, no que diz respeito à aprendizagem ao longo da vida. Portugal foi destacado neste relatório porque diminuiu o número de alunos de baixo desempenho e também nas competências em Tecnologias de Informação e Comunicação foi um dos países que mais progrediu.
A Comissária Europeia da Educação, Androulla Vassillion, encoraja os Estados-Membros a não fazerem cortes nos orçamentos da educação, apesar das restrições que enfrentam devido à crise económica, pois "os gastos com educação são um investimento auspicioso para o emprego e para o crescimento económico e, a longo prazo compensa. Mas em tempos de pressões orçamentais também temos de garantir que os recursos sejam utilizados da forma mais eficiente possível"apela para a importância da “formação como motor de desenvolvimento dos países e que se trata de um investimento a longo prazo".
Para mais informações:

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sessão de júri de nível secundário - 5 de Abril de 2011



No dia 5 de Abril realizou-se a primeira sessão de júri, de nível secundário, de 2011. Foram certificados, parcialmente, os candidatos Paulo Ramalho e Cecília Veloso. Por sua vez, os candidatos António Henriques e Orlando Ferreira obtiveram uma certificação total.


A equipa deseja, a todos, sucesso na concretização dos seus projectos futuros.

Para reflectir...

"Change the word, change the world!"